BYD confirma Great Seagull de até 420 km e preserva Dolphin Mini; novo hatch ficará entre ele e Dolphin na China

A BYD confirmou que lançará ainda em 2026, na China, o Great Seagull, novo hatch elétrico de 4,20 metros que ficará posicionado entre o atual Dolphin Mini e o Dolphin.
A novidade encerra a dúvida sobre uma possível substituição imediata do modelo menor.
O novo carro terá até 420 km de autonomia pelo ciclo CLTC, motor de 127 cv e duas opções de bateria.
A estratégia amplia a família de compactos da marca sem retirar o Seagull atual da base da gama chinesa.
Onde o Great Seagull ficará na linha da BYD?
O Great Seagull mede 4.205 mm de comprimento, 1.810 mm de largura e 1.570 mm de altura, com 2.650 mm de entre-eixos.
Ele é 425 mm mais longo que o Seagull atual e apenas 65 mm mais curto que o Dolphin vendido na China.
Com esse porte, a BYD cria um degrau intermediário em tamanho e preço.
O carro deverá enfrentar modelos como Geely Xingyuan, conhecido como EX2 em alguns mercados, e GAC Aion UT.
Qual será a motorização do novo hatch elétrico da BYD?
O Great Seagull usa um motor elétrico dianteiro de 95 kW, equivalentes a 127 cv.
A velocidade máxima chega a 150 km/h, acima dos 130 km/h do modelo menor.
A fabricante homologou duas baterias LFP produzidas pela FinDreams, subsidiária do grupo.
As capacidades são de aproximadamente 30 kWh e 39,2 kWh, com autonomias entre 320 km e 420 km pelo padrão chinês.
- duas opções de bateria LFP;
- autonomia máxima de 420 km CLTC;
- motor de 127 cv e tração dianteira;
- velocidade máxima de 150 km/h.
O Dolphin Mini vai sair de linha?
Não há indicação disso na China.
Ao confirmar que o Great Seagull ficará entre o Seagull atual e o Dolphin, a BYD sinaliza que o hatch menor continuará cumprindo o papel de entrada da família Ocean.
Isso é especialmente relevante para o Brasil porque o Seagull é comercializado aqui como Dolphin Mini e já tem produção em Camaçari.
Até agora, não existe confirmação de lançamento do Great Seagull no mercado brasileiro.
O que o Great Seagull adiciona à gama?
Além do porte maior, protótipos já apareceram com sensor LiDAR no teto, associado ao pacote DiPilot 300 de assistência à condução.
O sistema pode ampliar o nível de automação oferecido em relação às versões mais simples do Seagull.
Na prática, a BYD abre espaço para um elétrico mais potente e espaçoso sem empurrar o Dolphin Mini para fora da linha.
A novidade cria uma faixa intermediária capaz de disputar clientes que querem algo maior que o subcompacto, mas ainda abaixo do Dolphin.











