Picape chinesa cobra R$ 17,6 mil menos que Ranger Black e entrega 4×4 com reduzida

A GWM Poer P30, novata chinesa fabricada no Brasil, chegou com um argumento difícil de ignorar: custa milhares de reais menos que a Ford Ranger Black, uma das queridinhas do custo-benefício.
Além disso, ainda entrega algo que a rival não oferece nessa faixa de preço, a tração 4×4 com reduzida. Para quem precisa de uma picape de verdade para o trabalho pesado e o off-road, a conta ficou interessante.
GWM Poer P30 Trail: a diferença de preço que chama atenção
O ponto de partida da comparação é o valor de cada uma. A GWM Poer P30 Trail, versão de entrada da picape chinesa, tem preço sugerido de R$ 220.000. Do outro lado, a Ford Ranger Black parte de R$ 238.900.
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A diferença entre as duas fica em torno de R$ 17 mil a R$ 19 mil, dependendo da tabela e das condições de cada concessionária, uma quantia expressiva no segmento.
Mas o que torna esse abismo ainda mais relevante não é apenas o preço menor: é o que a chinesa entrega a mais por menos dinheiro.
O trunfo da Poer: 4×4 com reduzida
A Ranger Black, apesar de completa e bem-acabada, é uma picape de tração 4×2, ou seja, movida apenas pelas rodas traseiras.
Ela abre mão da tração integral e da reduzida em nome de um preço mais competitivo e de um perfil mais urbano.
A Poer P30 Trail, mais barata, faz o caminho oposto.
Ela vem equipada com tração 4×4 com reduzida, bloqueio de diferencial e modos de condução, recursos essenciais para quem enfrenta lama, terrenos irregulares e o uso rural mais severo.
O que a GWM Poer P30 Trail oferece?
A picape chinesa não se destaca apenas pela tração. Sob o capô, ela traz um motor 2.4 turbodiesel que entrega 184 cv de potência e 48,9 kgfm de torque, associado a um câmbio automático de nove marchas.
Em porte, ela é generosa: são 5,41 metros de comprimento e 3,23 metros de entre-eixos, medidas que a colocam entre as maiores da categoria, com caçamba de 1.248 litros e capacidade de carga de 1.018 kg.
A versão Trail inclui bancos revestidos em couro sintético, banco do motorista com ajuste elétrico, ar-condicionado automático de duas zonas e sistema de câmeras Omniview com visão 360 graus.
Também posusi condução semiautônoma de nível 2, controle de cruzeiro adaptativo com função Stop & Go e um pacote completo de assistências de segurança como ABS, controle de estabilidade e tração.
O chassi, segundo a marca, é feito com 99% de aço de alta resistência.
O que a Ford Ranger Black entrega?
A Ranger Black tem seus próprios méritos e não conquistou a fama de bom custo-benefício por acaso.
Ela usa o motor 2.0 turbodiesel da família Panther, com 170 cv de potência e cerca de 41,3 kgfm de torque, associado a câmbio automático e tração traseira.
Seu apelo está na combinação de visual escurecido e esportivo, acertos específicos de suspensão e o peso da marca Ford, com uma rede de concessionárias consolidada e reconhecida no país.
A picape mantém as qualidades típicas do segmento, como boa altura livre do solo, capacidade de carga superior a uma tonelada e caçamba de 1.250 litros, das maiores da categoria.
Sou jornalista formado pela UNIFG, tenho 26 anos e combino a vivência da grande redação com a dinâmica da comunicação digital. Minha trajetória inclui uma sólida experiência – com mais de 6 anos - como redator, onde atuei em diversas editorias, como Esportes, Entretenimento e Cidades. Além do jornalismo online, possuo forte atuação em Assessoria de Imprensa e Social Media. Tenho experiência pela criação de estratégias de conteúdo para redes sociais, o que inclui a produção e edição de vídeos em ferramentas como CapCut e Canva. Essa bagagem multimídia me confere versatilidade, agilidade e a capacidade de traduzir pautas complexas em conteúdos dinâmicos para diferentes plataformas e públicos. Linkedin: Manuel Dias







