
A Chevrolet Trailblazer LTZ 2.8 diesel 2018 aparece por R$ 144.851 na Tabela Fipe de outubro de 2026.
No mesmo mês e ano-modelo, a Mitsubishi Pajero HPE 3.2 diesel registra R$ 161.807, enquanto a Toyota SW4 SRX 2.8 diesel chega a R$ 209.845.
Portanto, a Chevrolet fica R$ 64.994 abaixo da SW4 e R$ 16.956 abaixo da Pajero.
Valores Fipe colocam Trailblazer abaixo das duas rivais
Durante o mês de outubro, a Trailblazer tem o menor valor médio entre as versões selecionadas. A Pajero ocupa a faixa intermediária, e a SW4 é a mais cara.
Mesmo assim, o preço de referência não corresponde a uma oferta garantida em loja ou anúncio particular.
Os valores consideram versões específicas. Uma SW4 de outra configuração, uma Pajero com motorização diferente ou uma Trailblazer a gasolina não podem substituir os modelos utilizados nessa comparação.
| SUV e versão | Valor médio Fipe |
|---|---|
| Trailblazer LTZ 2.8 | R$ 144.851 |
| Pajero HPE 3.2 | R$ 161.807 |
| SW4 SRX 2.8 | R$ 209.845 |
Sete lugares e tração 4×4 não tornam os SUVs idênticos
Além da capacidade para transportar sete ocupantes, os modelos oferecem motores a diesel e transmissões automáticas.
A Trailblazer LTZ 2018 utiliza motor 2.8 turbodiesel e câmbio de seis marchas, com sistema de tração 4×4 e reduzida.
Entretanto, cada fabricante adota suas próprias soluções de suspensão, tração e equipamentos.
Essas diferenças alteram o comportamento na estrada e fora dela, assim como os custos de peças e serviços ao longo dos anos.
Na Trailblazer LTZ, o porta-malas tem 205 litros com os sete assentos em uso e chega a 554 litros com a terceira fileira rebatida, conforme a especificação do modelo.
Portanto, levar todos os ocupantes reduz o espaço disponível para a bagagem.
Por isso, é importante comparar o estado dos exemplares disponíveis, e não apenas o valor médio nacional.
Um SUV mais barato na referência pode exigir reparos caros caso tenha passado por uso severo ou manutenção irregular.
Cuidados antes de comprar um SUV diesel de 2018
A compra de um utilitário desse porte exige atenção especial ao histórico de uso.
O ideal é conferir o veículo com mecânico especializado e realizar um teste que avalie transmissão, tração e funcionamento do motor. Na inspeção, priorize:
- Motor diesel: partida a frio, ruídos anormais, vazamentos e histórico de manutenção.
- Transmissão e 4×4: engates, funcionamento da reduzida e eventuais trancos.
- Estrutura e suspensão: sinais de uso intenso fora de estrada e desgaste irregular.
- Cabine: funcionamento dos bancos da terceira fileira e cintos de segurança.
Também vale verificar a documentação e consultar o histórico de sinistros antes da compra.
A diferença de R$ 64.994 no indicador Fipe pode orientar a busca, mas não substitui uma avaliação individual do veículo.









