Testamos: Com novo visual e mais equipamentos, Honda City 2018 ficou ainda mais racional

Lançado em 2014, o Honda City 2018 estreou um facelift de meia-idade há alguns meses. Embora tenho sido discreto, assim como o do Fit.

Lançado em 2014, o Honda City 2018 estreou um facelift de meia-idade há alguns meses. Embora tenho sido discreto, assim como o do Fit, ele deu uma boa renovada no modelo, e veio acompanhado de alguns novos equipamentos de série. Para analisar melhor como o modelo ficou após o redesenho, o Garagem360 testou um exemplar da versão EXL, a mais completa da gama. Seu preço sugerido é de R$ 83.400.

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Talvez o City seja um dos sedãs mais racionais do mercado. Ele pode não ser o maior da categoria, que também conta com os grandalhões Chevrolet Cobalt e Volkswagen Virtus, mas oferece um bom espaço interno. Não é o mais potente – 116 cv no motor 1,5l contra 128 cv do 1,0l TSI do sedã do Polo, porém é competente na cidade e econômico. E esse talvez seja o seu maior trunfo, ser eficiente em tudo que faz, como manda a cartilha Honda.

Novidades Honda City 2018

Além do redesenho, a linha 2018 do sedã ganhou LED diurno no farol dianteiro e uma nova central multimídia. Com sete polegadas, seu uso é bem intuitivo e de fácil operação. Além disso, é compatível com Android Auto e Apple CarPlay e também tem conexão Bluetooth. Os seis airbags de série também são um importante item de segurança, mas ainda não há controles de tração e estabilidade.

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Honda City EXL CVT

Motorização: 1.5l i-VTEC 16 válvulas 116 cv/115 cv (etanol/gasolina) FlexOne

Torque máximo líquido: 15,3 kgfm a 4.800 rpm/15,2 kgfm a 4.800 rpm (etanol/gasolina)

Transmissão: Automática continuamente variável (CVT)

Dimensões: 4,45 m x 1,69 m x 1,48 m (comprimento x largura x altura)

Distância entre eixos: 2,60 m

Tanque de combustível: 46 L

Porta-malas: 485 L

Preço: R$ 75.700

Pontos positivos: espaço interno, reestilização melhorou o design, bom acabamento interno

Pontos negativos: ausência dos controles de tração e estabilidade, preço elevado

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Outro ponto positivo do modelo é a posição de dirigir. Embora seja mais elevada que a do Civic e lembre a do Fit, ela não incomoda. Os bancos apoiam bem o corpo e são confortáveis. A direção é leve em manobras e fica mais firme ao guiar. Há ajustes de profundidade e altura do volante, o que sempre ajuda na ergonomia.

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Honda City 2018 chega renovado e com novos itens de série; preços começam em R$ 60.900

Mercado

O Honda City 2018 é bom de guiar, mas é racional até nesse ponto. Quem gosta de mais desempenho e procura diversão ao volante, olhe para o irmão maior, o Civic. Mesmo assim o sedã menor não decepciona. Seu motor é competente para o dia a dia e sua suspensão é bem acertada, mesmo sendo voltada para o conforto.

Ele é um modelo consagrado no mercado, tem boa revenda e tem fama de ter manutenção fácil. O propulsor 1,5l é econômico e fez 9 km/l com etanol no teste. Em suma, é o carro ideal para quem tem um olhar sensato sobre os automóveis e não procura grandes emoções ao volante.

 

 

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Leo Alves
Escrito por

Leo Alves

Jornalista formado na Universidade Metodista de São Paulo e participante do curso livre de Jornalismo Automotivo da Faculdade Cásper Líbero, sou apaixonado por carros desde que me conheço por gente. Já escrevi sobre tecnologia, turismo e futebol, mas o meu coração é impulsionado por motores e quatro rodas (embora goste muito de aviação também). Já estive na mesma sala que Lewis Hamilton, conversei com Rubens Barrichello e entrevistei Christian Fittipaldi.

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