Nissan Kicks 2022 ou Chevrolet Tracker 2022: qual SUV oferece mais por menos?

Para a linha 2022, a Nissan realizou um facelift no Kicks (Foto: Divulgação/Nissan Brasil)

Dois representantes da atual leva de SUVs compactos. Nissan Kicks e Chevrolet Tracker possuem bastante fãs pelo País e estão entre os carros mais queridos. E ambos passaram por mudanças importantes nos últimos anos. Mas qual dos dois oferece mais por menos?

Nissan Kicks 2022 x Chevrolet Tracker 2022

Antes da análise, um pouco de história. Primeiramente, o japonês, que desembarcou por aqui em 2016 e no começo deste ano, passou pela sua primeira reestilização. Com ela, veio a nova grade (alinhada a nova linha da Nissan). Mudanças na parte traseira também foram feitas.

Foto: Divulgação/Chevrolet Brasil)

 

Por outro lado, o SUV da Chevrolet possui uma relação maior com os brasileiros. Nos anos 2000, o Suzuki Vitara foi vendido com o mesmo nome. A primeira geração totalmente feita pela marca americana foi apresentada ao público do Brasil em 2013. Sete anos depois, veio a atual geração com um design mais robusto e moderno.

Motorização

Toda a linha 2022 do Nissan Kicks está sendo oferecida com apenas uma opção de motor. O 1.6 L 16v CVVTVS Flex tem potência máxima de 114 cv a 5.600 rpm e torque de 15,5 kgfm a 4.000 rpm.

Enquanto isso, o Chevrolet Tracker traz duas opções de motorização: o motor 1.0 turbo é capaz de produzir 116 cv (gasolina e etanol) a 5.500 rpm. Já o 1.2 turbo pode produzir 132 cv (gasolina) e 133 cv (etanol) a 5.500 rpm.

Consumo

Um dos fatores mais pesquisados pelo comprador antes de fechar o negócio é o consumo. No Kicks, a versão com câmbio manual pode fazer 11,1 km/l (gasolina) e 7,8 (etanol) na cidade. No mesmo trecho, só que usando o câmbio automático, ele pode fazer 11,4 (gasolina) e 7,7 (etanol).

Foto: Divulgação/Chevrolet Brasil
Foto: Divulgação/Nissan Brasil

Na estrada, a transmissão mecânica faz 13 km/l (gasolina) e 9 km/l (etanol). Já a  automática faz 13,7 km/l (gasolina) e 9,4 (etanol).

Por outro lado, o motor 1.0 turbo ajuda o modelo da montadora norte-americana a obter bons números com o câmbio manual: 13,0 km/l (gasolina) e 9,0 km/l (etanol) na cidade. Já em rodovias, ele faz 14,8 km/l (gasolina) e 10,4 km/l (etanol).

A história se repete usando uma caixa automática:

Versão LT 1.0 automático: 11,9 km/l (gasolina) e 8,2 km/l (etanol) na cidade; 13,7 km/l (gasolina) e 9,6 km/l (etanol) na estrada.

Versão LTZ e Premier 1.0 automático: 11,7 km/l (gasolina) e 8,1 km/l (etanol) na cidade; 13,5 km/l (gasolina) e 9,4 km/l (etanol) na estrada.

Versão 1.2T automática: 11,2 km/l (gasolina) e 7,7 km/l (etanol) na cidade; 13,5 km/l (gasolina) e 9,4 (etanol) na estrada.

Preços e equipamentos

A gama do Nissan Kicks é formada por seis modelos diferentes: Sense manual (R$ 90.390) , Sense CVT (R$ 98.390), Advance (R$106.390), Advance + Pack Plus (R$ 108.390) , Exclusive (R$ 116.390) e Exclusive +Pack Tech (R$  119.890).

Já a linha Chevrolet Tracker é formada por cinco: 1,0T manual (R$ 96.100), LT 1.0T automática (R$ 105,270), LTZ 1.0T automática (R$ 114.190), Premier 1.0T automática ( R$ 122.730) e Premier 1.2T automática (R$ 131.290).

Foto: Divulgação/Nissan Brasil
Foto: Divulgação/Chevrolet Brasil

 

Se tratando de equipamentos, os dois brigam de igual para igual. O que diferencia os dis é que por menos de R$ 100 mil reais, o veículo da Nissan oferece mais. Inclusive pelo fato do modelo Sense CVT  trazer um câmbio que é mais confortável para andar dentro da cidade. Além disso, ela vem com alguns itens que você não encontrará no Tracker mais barato, como por exemplo: acendimento inteligente de faróis, câmera de ré e piloto automático.

Outro fator que dá a vantagem para o modelo nipônico é que mesmo com todos os opcionais, ele sai cerca de R$ 10.000 mais em conta que o americano.

No quesito porta-malas, mais uma vitória do automóvel da Nissan: 432 litros x 393 litros.

Resumo

Por ter um conjunto mecânico mais eficiente, a Chevrolet Tracker consegue números de consumo melhor que o rival nipônico. Porém, o Nissan Kicks custa menos. A versão Sense CVT oferece itens de série mais atraentes que a versão de entrada do SUV da Chevrolet.

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Pedro Giordan
Pedro GiordanJornalista graduado pela Universidade Metodista de São Paulo em 2017. Redator do Garagem360 desde 2021, onde acumula desde então experiência e pesquisas sobre o setor automotivo. Anteriormente, trabalhou em redação jornalística, assessoria de imprensa, blog sobre futebol e site especializado em esportes.
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