Honda WN7: A primeira “moto elétrica de verdade” da marca é registrada no Brasil
Honda WN7 no Brasil: Conheça a primeira moto elétrica de alta performance da marca. Com 68 cv e design inovador, modelo foi registrado no INPI e promete desempenho de 600cc.
A Honda deu um passo importante para transformar sua linha de motocicletas no mercado brasileiro. Foi registrado recentemente no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) o design da Honda WN7, modelo que marca uma nova era para a fabricante japonesa.
A primeira “moto elétrica de verdade” da marca é registrada no Brasil
Diferente das scooters elétricas já conhecidas, a WN7 é uma naked de alta performance, projetada para entregar a mesma diversão e potência de uma moto de média cilindrada.
Apresentada mundialmente no final de 2025, a WN7 chega para quebrar o estigma de que veículos elétricos são apenas para uso urbano básico.

O coração da Honda WN7 é um motor elétrico compacto, refrigerado a líquido, capaz de entregar 68 cv (50 kW) e um torque impressionante de 10 kgf.m. De acordo com a Honda, o desempenho é comparável ao de modelos a combustão na faixa das 600 cilindradas, com a vantagem da entrega de força imediata — característica nativa dos motores elétricos.
Engenharia Revolucionária
A WN7 não é apenas uma moto com motor trocado; ela traz uma arquitetura inédita:
Estrutura de Alumínio: O compartimento das baterias substitui o tradicional quadro tubular, servindo como elemento estrutural do chassi. Isso reduz o peso e melhora o equilíbrio nas curvas.
Nova Identidade Visual: O modelo estreia uma barra de iluminação horizontal na dianteira e uma paleta de cores exclusiva (preto com detalhes em dourado), que será o padrão para a futura linha elétrica global da marca.

Embora o registro no INPI seja um procedimento padrão para proteger o design, ele abre as portas para uma possível comercialização da WN7 em solo brasileiro, posicionando a Honda na briga direta pelo segmento de motocicletas elétricas premium.
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Sou Robson Quirino. Formado em Comunicação Social pelo IESB-Brasília, atuo como Redator/ Jornalista desde 2009 e para o segmento automotivo desde 2019. Gosto de saber como os carros funcionam, inclusive a rebimboca da parafuseta.