Leilão oferece VW Amarok a partir de R$ 52 mil

A Fórmula Zero, empresa que atua no mercado de locação de veículos em terceirização de frotas, anunciou um leilão de 12 automóveis até o dia 3 de março. Os lances podem ser ofertados por meio da loja da empresa, no Superbid Marketplace.

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A empresa está renovando a frota de automóveis e colocou à venda veículos como picapes, caminhões, máquinas pesadas, vans e ônibus, com valores que vão de R$ 15 mil, referente ao lance inicial em uma mini carregadeira de rodas, até R$ 132 mil, em um ônibus Agrale, modelo Comil Versatile R, ano 2014.

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Caminhões VW Constellation reforçam frota do Corpo de Bombeiros de São Paulo

Quatro Volkswagen Amarok 4×4 S 2.0, modelos 2016/2017, estão disponíveis para arremate, com valores iniciais entre R$ 52 mil e R$ 60 mil. A empresa ainda está leiloando uma Mercedes-Benz Sprinter, modelo 2018, por R$ 79,5 mil; um caminhão baú Ford, modelo 2015, por R$ 96,5 mil e um caminhão prancha Ford, por R$ 122,5 mil.

Os veículos estão no pátio da empresa, em Belém, e podem ser visitados mediante agendamento prévio, pelo e-mail cac@superbid.net.

Serviço

Leilão Fórmula Zero – 3 de março, às 11h30
https://bit.ly/3ur26ws

Preço dos carros mais vendidos subiu 9,4% em um ano, diz levantamento

A pandemia de Covid-19 em 2020 provocou uma série de impactos na indústria automotiva ao longo do ano passado. Entre os efeitos mais sentidos pela indústria há o aumento substancial de custos de produção dos carros, o que acabou levando ao aumento acentuado dos preços de automóveis para o consumidor brasileiro. Para fornecer um panorama sobre a dimensão do quanto os carros ficaram mais caros no ano passado, a Kelley Blue Book Brasil, empresa especializada em pesquisa de preços de carros novos e usados, preparou uma lista com a variação média de preço 0 km dos modelos mais vendidos em 2020.

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Preço dos carros mais vendidos em alta

Para determinar a lista dos carros analisados, a KBB utilizou o ranking dos automóveis (incluindo comerciais leves) mais vendidos de 2020 elaborado pela Fenabrave, associação que reúne as concessionárias. Dos 15 carros mais vendidos, 13 fizeram parte do estudo por contarem com histórico de 12 meses de preço no ano, considerando apenas o ano modelo 2020 para cada um dos veículos selecionados. Portanto, por este recorte, a nova geração da Fiat Strada e o Chevrolet Tracker 2021 – que estão entre os 15 veículos mais vendidos do período – não entraram na lista, por não possuírem ano/modelo 2020.

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Caminhões VW Constellation reforçam frota do Corpo de Bombeiros de São Paulo

Após coletar o preço 0 km KBB médio dos modelos em janeiro de 2020 e comparar com os valores praticados em dezembro do mesmo ano, nota-se que o aumento médio de preço deles chegou a quase 10%. Especificamente, o Renault Kwid desponta como o carro que mais subiu de preço entre os mais vendidos em 2020, chegando perto dos 20%. Dos 13 carros listados abaixo, apenas dois tiveram variações abaixo da inflação medida pelo IPCA (que se consolidou em 4,52% em 2020): o Ford Ka (2,32%) e o Hyundai Creta (0,91%). Já o Hyundai HB20 foi o único que teve variação negativa, de -1,49% em média.

Veja a tabela completa abaixo:

Variação de Preço 0 km KBB médio de janeiro a dezembro de 2020 

Modelo 

Ano modelo 

Preço 0 km KBB médio em janeiro de 2020 

Preço 0 km KBB médio em dezembro de 2020 

Variação média em 12 meses 

Renault Kwid

2020

R$ 38.425

R$ 45.367

18,23%

Volkswagen Gol

2020

R$ 49.733

R$ 58.258

17,70%

Chevrolet Onix

2020

R$ 58.041

R$ 64.782

11,86%

Fiat Toro

2020

R$ 122.465

R$ 135.233

11,15%

Volkswagen T-Cross

2020

R$ 84.817

R$ 92.706

9,62%

Jeep Renegade

2020

R$ 99.064

R$ 107.998

9,40%

Chevrolet Onix Plus

2020

R$ 64.312

R$ 69.731

8,56%

Jeep Compass

2020

R$ 152.163

R$ 164.187

7,90%

Fiat Mobi

2020

R$ 38.956

R$ 41.933

7,85%

Fiat Argo

2020

R$ 56.715

R$ 60.794

7,80%

Ford Ka

2020

R$ 57.045

R$ 58.221

2,32%

Hyundai Creta

2020

R$ 83.882

R$ 84.849

0,91%

Hyundai HB20

2020

R$ 62.090

R$ 61.120

-1,49%

Mercedes-Benz GLA 200 AMG Line é lançado oficialmente no Brasil

No início do mês, a Mercedes-Benz iniciou a pré-venda do novo GLA 200 AMG Line no Brasil, mas faltava o lançamento oficial do SUV. Pois na tarde de ontem a marca alemã apresentou em detalhes o veículo, por meio de um evento online. O modelo chega ao mercado por R$ 325.900.

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Mercedes-Benz GLA 200 AMG Line

Dessa forma, foi possível conhecer mais detalhes dessa segunda geração do utilitário. E o GLA cresceu em quase todas as medidas. Ele ficou mais alto (87 mm a mais), mais largo (30 mm a mais), e com maior entre-eixos (30 mm a mais). Já o comprimento diminuiu em 7 mm.

Com essas mudanças, o modelo agora oferece 435 litros de capacidade, ante os 421 l da geração anterior. Caso os bancos traseiros sejam completamente rebatidos, a capacidade salta para 1.430 litros.

Para inaugurar a geração, o modelo escolhido foi com o pacote visual da linha esportiva AMG. Ele adiciona a grade frontal diamante com pins cromados, para-choques exclusivos, rodas de 20 polegadas e acabamentos cromados. Por dentro, a volante multifuncional com base achatada, pedais cromados, molduras internas que simulam fibra de carbono e bancos com acabamento em uma espécie de Alcântara.

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Artigo: Carro autônomo no Brasil: já estamos prontos?

Equipamentos

O GLA 200 AMG Line conta com as duas telas de 10,25 polegadas no painel, sendo uma para o painel de instrumentos personalizável e outra para o console central. Elas são integradas ao sistema MBUX, que permite realizar comandos por voz.

Outros equipamentos são o acesso sem chaves Keyless-Go, pacote de estacionamento ativo Parktronic com câmera de ré, bandos dianteiros com ajustes elétricos e memória, teto solar panorâmico, ar-condicionado de duas zonas e carregador sem fios para celular no console central.

Há também alguns itens autônomos no veículo:

  • Assistente ativo de distância Distronic: detecta o tráfego parado e ajuda o condutor a ajustar a velocidade, podendo ajudar até com a parada total do veículo;
  • Assistente de frenagem: com função de tráfego cruzado pode evitar colisões com veículos na frente, e também com veículos em trânsito, pedestres e ciclistas;
  • Assistente de ponto cego: diferencia entre zonas de aviso e de colisão. O aviso de saída também é capaz de alertar os veículos na zona de perigo ao abrir as portas com o motor parado (até três minutos após desligar o motor);
  • Auxílio à direção evasiva: oferece suporte na realização de uma manobra evasiva controlada em torno de um pedestre detectado, fornecendo torque de direção adicional e torna mais fácil endireitar o veículo novamente;
  • Assistente de direção: ajuda o condutor a manter o veículo no centro da faixa, com leves intervenções no volante. O sistema pode funcionar até uma velocidade de 210 km/h;
  • Assistente de desembarque: ao estacionar, os radares e sensores continuam em funcionamento por alguns momentos, e se algum outro veículo em uma possível trajetória que represente um risco é detectado, um sinal sonoro e visual é emitido para chamar a sua atenção do ocupante e para que ele não deixe o veículo.

Motorização

Sob o capô, o GLA 200 AMG Line utiliza o mesmo propulsor do Classe A 200. Trata-se de um motor de 1,3l quatro cilindros turbo a gasolina de 163 cv de potência e 250 Nm de torque. Acoplado a ele está o câmbio automatizado de dupla embreagem de sete marchas.

O condutor pode escolher três programas de direção pré-configurados – Eco (que prioriza o consumo e utiliza apenas dois cilindros em rotações baixas), Comfort (modo mais equilibrado) e Sport (voltado para uma condução mais esportiva) – ou criar o seu próprio com a opção Individual.

Ficha técnica

Cilindros 4 em linha
Cilindrada (cm³) 1.332
Potência máxima (cv/rpm) 163 / 5.500
Torque (Nm/rpm) 250 / 1.620 – 4.000
Câmbio 7G-DCT
Aceleração 0-100 Km/h (s) 8,7
Velocidade máxima (Km/h) 210
Peso (kg) 1.485
Pneus 235 / 45 R20
Capacidade do porta malas (L) 435 – 1.430
Tanque de combustível/reserva (L) 43 / 5
Comprimento 4.410
Largura 2.020
Altura 1.611

Na galeria, confira os detalhes do SUV da Mercedes-Benz.

 

Artigo: Carro autônomo no Brasil: já estamos prontos?

*Por Ricardo Sardagna, executivo da Allianz Automotive

Converse com especialistas do setor automotivo e ficará claro que o carro autônomo não é mais uma dúvida de ‘se’, mas sim de ‘quando’. A sigla CASE – Connected, Autonomous Shared and Electric, parece definir o que será o carro do futuro. Por conta disso, todas essas novidades estão chegando ao mercado praticamente ao mesmo tempo, porém em velocidades diferentes ao redor do mundo.

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Especialmente sobre o carro autônomo, são diversos os aspectos que compõem este universo. Um deles, talvez o principal, é o aumento da segurança, resultante dos sistemas de monitoramento embarcados no veículo que garantem controles como velocidade, frenagem e manobras de emergência independentes de uma ação do motorista, reduzindo a ocorrência de acidentes, danos pessoais e mortalidade nas estradas. Como a tecnologia vem avançando gradativamente nessa linha, o modo autônomo já é uma realidade e um caminho sem volta.

No entanto, para chegarmos a 100% do processo, consideram-se os diferentes níveis de automação do veículo. De acordo com a Administração Nacional de Segurança no Trânsito nas Rodovias (NHTSA), nos Estados Unidos, são 6 níveis:

·        Nível 0 – sem automação;

·        Nível 1 – assistência ao motorista – sensores de ré, de alerta de excesso de velocidade e outros;

·        Nível 2 – automação parcial – controle de direção e frenagem simultâneos;

·        Nível 3 – automação condicional – o carro é capaz de dirigir sozinho utilizando tecnologia IoT, mas apenas em condições ideais e com algumas limitações. Ainda necessita de intervenção humana;

·        Nível 4 – alta automação – sem necessidade de intervenção humana. Estes veículos ainda têm disponibilidade restrita nas vias públicas e os testes continuam ocorrendo apenas em ambientes controlados;

·        Nível 5 – automação total – Quando estiver disponível, os ocupantes serão apenas passageiros e não será necessário ter volante ou pedais pois os veículos provavelmente serão 100% controlados por meio de uma assistente de voz.

Carro autônomo no Brasil

Mas afinal, há tempos que falamos sobre carros autônomos. Então por que a demora? Quais são as barreiras que o Brasil encontra para alavancar de vez a opção de automóvel que dirige sozinho? Bom, a primeira resposta é bem simples. Com o tamanho do nosso país e suas diferenças regionais, sofremos impasses com a infraestrutura de telecomunicações que dificulta a conectividade dos veículos à internet durante todo o trajeto, bem como que as estradas estejam todas mapeadas e sinalizadas para que o veículo possa ler e interpretar as ruas, intersecções e a presença de outros veículos. Por questão de segurança, os sistemas de visão computadorizada precisam reconhecer o caminho ou até mesmo o perigo, a tempo para a inteligência artificial aplicar suas responsabilidades.

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Mercedes-Benz foi a fabricante com mais recalls em 2020; veja o balanço completo

Por outro lado, existe o alto custo da tecnologia. O alto investimento acaba sendo refletido no preço do carro e isso pode ser um contratempo ainda maior caso o consumidor ainda não esteja pronto e necessite de um tempo de adaptação para ter a confiança de adquirir essa opção.

Mesmo que ainda seja uma grande aposta, com diferentes expectativas, entendo que a direção autônoma vai encontrar o seu caminho e invadir o mercado de mobilidade nos próximos anos (há expectativas de que os primeiros veículos serão disponibilizados até 2025). Por enquanto podemos nos preparar para o futuro. O que sabemos é que, quando tivermos os sistemas de direção autônoma prontos para fazer um trabalho real e significativo, teremos mais proteção, mais segurança nas vias, o seguro será mais barato e você se tornará o passageiro do seu próprio carro.

GMA T.50s homenageia Niki Lauda e custa R$ 24 milhões

O GMA T.50 foi apresentado em 2020 como a nova criação de Gordon Murray, projetista responsável por alguns dos carros mais icônicos da história da Fórmula 1, como os bólidos dos dois primeiros títulos de Nelson Piquet pela Brabham (1981 e 1983) e do carro que deu o primeiro campeonato a Ayrton Senna pela McLaren (1988), sem contar o Brabham BT46B, utilizado por Niki Lauda e John Watson durante o GP da Suécia de 1978 e que tinha um ventilador na traseira para aumentar a pressão aerodinâmica.

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Acontece que Murray levou o conceito de seu novo supercarro a outro patamar, e apresentou o novo T.50s Niki Lauda, versão exclusiva para as pistas do modelo. E ele foi revelado na última segunda-feira (22), justamente no aniversário do tricampeão de F1, que completaria 72 anos se estivesse vivo.

GMA T.50s Niki Lauda

Ostentando o nome do austríaco, o novo modelo teve a aerodinâmica refinada e perdeu alguns quilos – são 832 kg, contra 986 kg do modelo convencional. O ventilador segue instalado na traseira, mas agora há uma asa no estilo barbatana de tubarão que começa na tampa do motor central e vai até a enorme asa traseira. Há apêndices aerodinâmicos na dianteira e um spoiler bem pronunciado, além do enorme extrator traseiro.

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Mercedes-Benz foi a fabricante com mais recalls em 2020; veja o balanço completo

O propulsor segue sendo um V12 de 3,9L da Cosworth. A potência aumentou de 663 cv para 750 cv. Já o torque é de 485 Nm a 9 mil rpm. A rotação máxima do propulsor é de 12.100 rpm, número bem elevado para um carro. Já a transmissão é uma sequencial de seis marchas com trocas pelas aletas atrás do volante.

Quem quiser um exemplar do T.50s Niki Lauda terá que ter paciência – e muito dinheiro. Serão apenas 25 unidades feitas a partir de janeiro de 2023 na fábrica da GMA, em Dunsfold, Inglaterra. Cada uma delas vai custar 3,1 milhões de libras, o equivalente a R$ 24 milhões na cotação atual.

 

 

Mercedes-Benz foi a fabricante com mais recalls em 2020; veja o balanço completo

Em 2020, o número de montadoras envolvidas em recalls cresceu 4%. No total, foram 85 campanhas monitoradas, 26 marcas envolvidas e 205 modelos afetados. Os dados são do Papa Recall, aplicativo que monitora chamamentos automotivos.

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A fabricante com mais recalls foi a Mercedes-Benz, que registrou 15 comunicados ao longo desse período. A marca alemã também é dona do modelo que teve mais campanhas ao longo do ano – o AMG G 63, com quatro convocações (para portas dianteiras, turbocompressor, módulo de travamento diferencial dianteiro e traseiro, e trava de segurança infantil de portas traseiras).

Hyundai CAOA, Jaguar, Kia e Suzuki se destacaram com zero recalls em 2020. Além disso, vale a pena destacar que, dos vinte carros mais vendidos do Brasil, dez não tiveram nenhum chamamento: Chevrolet Onix e Onix Plus, Fiat Argo, Fiat Strada, Jeep Compass, Renault Kwid, Toyota Corolla, Nissan Kicks, Honda HR-V e Toyota Hilux.

O sistema de airbag foi o principal problema do ano – ele apareceu em 19 campanhas, que envolveram 58 modelos. O segundo tema mais recorrente foi combustível, com 13 chamamentos para 29 modelos. Freio, software e transmissão completaram o pódio – cada um deles marcou oito campanhas em 2020.

Recalls

Na galeria, veja outros modelos que foram chamados para recall nos últimos meses:

TRT proíbe demissões e Ford retoma parte da produção

A Ford retomou parte de sua produção no Brasil na última segunda-feira (22). As plantas de Taubaté (SP) e Camaçari (BA) retomaram a fabricação após algumas questões judiciais e acordos com sindicatos.

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Ford retoma produção

A fabricante também foi proibida de realizar demissões em massa pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT). O TRT já havia entrado com uma liminar no início de fevereiro para suspender o processo de demissão. Nesta segunda-feira, a desembargadora Maria da Graça Bonança Barbosa manteve a decisão.

De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região (Sindmetau), a decisão do tribunal manteve a obrigatoriedade do pagamento dos salários e licenças para os profissionais da fábrica do interior paulista. A Ford também está proibida de apresentar propostas individuais aos trabalhadores e de vender o maquinário da fábrica.

Essas questões judiciais foram geradas por conta das estabilidades firmadas pela Ford com os sindicatos de Taubaté e Camaçari. Na planta paulista, o acordo prometia manter os funcionários até 31 de dezembro de 2021. Já na unidade baiana, foi assinado em 2020 um termo de estabilidade de quatro anos.

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Opinião: 4 erros da Ford que contribuíram para o fim da produção no Brasil

Acordo

No último dia 18 de fevereiro, Ford e Sindmetau chegaram a um acordo com a direção mundial da fabricante. Ele firmou a volta da produção, que retornou com cerca de 130 funcionários e deve convocar até 330 trabalhadores até o fim desta semana.

Ao todo, a fábrica de Taubaté conta com 830 funcionários. Os que não forem convocados permanecerão em licença remunerada, com salários e benefícios garantidos, segundo o sindicato.

Em Camaçari (BA), serão 700 funcionários de volta ao trabalho pelos próximos três meses, mas o acordo pode ser prorrogado por mais um mês, segundo uma reportagem da TV Bahia, afiliada da Rede Globo.

Na próxima quinta-feira (25), a diretoria global da Ford fará uma reunião com o Sindmetau para tratar sobre o fechamento das fábricas. Esta será a primeira vez que representantes globais da empresa se reunirá com o sindicato desde o anúncio do encerramento das atividades no Brasil, em 11 de janeiro.

Recall: Ford Territory é chamado por falha no sistema de escapamento

Algumas unidades do modelo Ford Territory foram chamadas para recall. Segundo a fabricante, um problema no conversor catalítico pode causar oscilações no tratamento dos gases emitidos pelo sistema de escapamento. Caso isso aconteça, os níveis de emissões atmosféricas podem não atender aos limites previstos.

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Recall: Ford Territory

Veículos Modelos Chassis (8 últimos dígitos) Datas de produção
Ford Territory 2021 De MTP00009 até MTP04168 De 27 de dezembro de 2019 até 10 de outubro de 2020

Os proprietários dos modelos envolvidos no chamado devem agendar o conserto gratuito a partir de 25 de fevereiro. O serviço, realizado na rede de concessionárias autorizadas, consiste na substituição do conversor catalítico do sistema de escapamento e dura aproximadamente 1h10.

Para mais informações, entre em contato com o Centro de Atendimento Ford (CAF) pelo telefone 0800 703 3673 ou com uma concessionária Ford de sua preferência.

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Preço da gasolina sobe 25,7% desde maio e ultrapassa R$ 5

Outros recalls 

Na galeria, veja outros modelos que foram chamados para recall nos últimos meses:

 

Preço da gasolina sobe 25,7% desde maio e ultrapassa R$ 5

De acordo com o último Índice de Preços Ticket Log (IPTL), a gasolina apresentou aumento de 4,49% nos preços na primeira quinzena de fevereiro, e o litro médio do combustível é de R$ 5,033. É a primeira vez, desde o início da série histórica em 2011, que a Ticket Log registra o combustível acima de R$ 5 na média nacional. O valor segue um movimento de alta de preços que vem sendo registrado desde junho do ano passado. Desde maio, última oportunidade em que havia sido registrada uma queda nos preços, o aumento é de 25,7%.

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Preço da gasolina em alta

“O aumento mais significativo da gasolina no País foi registrado no Amazonas. Nos postos do estado, os preços do combustível na primeira quinzena de fevereiro subiram 7,58% e o litro médio é de R$ 4,881. Em nenhum estado houve redução dos preços”, destaca Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.

Já o etanol, que a exemplo da gasolina também registrou o oitavo aumento consecutivo no final de janeiro, teve nova alta nos preços. Com 2,08% a mais, o litro médio do combustível é de R$ 3,857 no Brasil. O maior aumento, de 9,80%, ocorreu no Pará, onde o preço médio do etanol é de R$ 4,416.

No comparativo das regiões brasileiras, apenas a Região Sul registrou o preço médio da gasolina abaixo de R$ 5,00. Mas a região teve o segundo maior aumento, de 4,57%, o que levou o litro médio do combustível a R$ 4,825. À frente, a Região Norte, com aumento de 4,66% e preço médio de R$ 5,012. O mais caro litro médio da gasolina foi registrado no Centro-Oeste, de R$ 5,090.

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Em relação ao etanol, tanto o Norte como o Centro-Oeste se destacam pelos menores aumentos, de 1,90% e 1,95%, respectivamente. Mas enquanto na Região Norte foi registrado o litro mais caro, de R$ 4,031, na Região Centro-Oeste o preço médio encontrado foi o menor, de R$ 3,604. “Nos três Estados da Região, o etanol compensou mais para os consumidores em relação à gasolina, se considerada a margem de vantagem 70/30”, pontua Pina.

Entre os Estados, tanto o litro médio da gasolina mais caro como o mais barato registrados estão na Região Norte. No Acre, o combustível foi encontrado nos postos a R$ 5,422, enquanto no Amapá, a R$ 4,484. Já o etanol mais caro esteve no Rio Grande do Sul, por um preço médio de R$ 4,490, e o mais barato, em São Paulo, por R$ 3,167.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Entenda como as películas de vidro podem reduzir a temperatura do interior do carro

Há tempos, as películas de vidro automotivas têm sido boas aliadas para dar mais segurança aos motoristas e passageiros, além de contribuir para a estética e melhorar a aparência do veículo. Porém, com o avanço da tecnologia e sua aplicação no desenvolvimento desses acessórios, algumas soluções oferecidas pelo mercado ganharam novos atributos e funcionalidades.

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Entre os principais benefícios estão o bloqueio dos raios UV, altamente prejudiciais à saúde e que danificam as estruturas internas dos automóveis, e maior conforto térmico, fundamentais para quem passa algumas horas no trânsito, diariamente, ou realiza viagens longas com frequência.

Um exemplo dos produtos dessa nova geração são as películas híbridas automotivas AD Pro da Avery Dennison. As soluções contam com uma tecnologia de fabricação com processo de tingimento, garantindo maior rejeição de calor – ao bloquear a ação dos raios infravermelhos -, redução de brilho e refletividade, gerando mais conforto aos ocupantes.

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Além dessas propriedades, os filmes AD Pro bloqueiam mais de 99% da radiação UV, que pode causar danos à saúde como o câncer de pele – que hoje representa 30% de todos os casos da doença no Brasil – e problemas oculares, entre cataratas e queimaduras graves de córnea, assim como o desbotamento e ressecamento do revestimento interno do automóvel.

“Nosso objetivo é contribuir com a demanda crescente por produtos que aliem boa aparência e funcionalidade. As características da linha AD Pro demonstram nossa preocupação em atender essas necessidades, cumprindo com as leis determinadas pelo Conselho Nacional de Trânsito, sobre coloração e transparência permitida. A alta qualidade das películas pode ser comprovada pela garantia que oferecemos em todas as linhas”, ressalta Marlu Costa, gerente de Produtos Graphics da Avery Dennison para a América Latina.

“Os produtos Avery Dennison contam com nanotecnologia, nanocarbono e revestimento cerâmico. É uma camada ultrafina que rejeita muito mais o calor solar, garantindo o conforto térmico no interior do veículo, além de contribuir para a estabilidade de cor do material ao longo tempo, ou seja, a película não desbota e nem fica arroxeada. Outra característica é a melhor visibilidade oferecida ao motorista, mesmo durante a noite, proporcionando mais segurança”, conclui Costa.