Tabela do Inmetro passa de 846 para 976 versões em 2026 e amplia em 130 opções a consulta de consumo, com 186 elétricos e 43 marcas na comparação nacional

A tabela do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) do Inmetro chegou a 976 modelos e versões em 2026, contra 846 registrados em abril.
O aumento líquido de 130 opções amplia a consulta de eficiência energética, com 43 marcas e 186 versões elétricas.
O arquivo oficial atualizado no fim de agosto traz resultados padronizados de consumo e emissões.
Portanto, os 130 registros adicionais não correspondem necessariamente a lançamentos ou a carros vendidos no período.
Base do Inmetro avança 130 versões desde abril
Em abril, o levantamento reunia 42 marcas e 846 modelos ou versões.
Já a edição disponibilizada no fim de agosto passou a contar com 43 fabricantes e 976 configurações, uma expansão de aproximadamente 15,4% no total.
O número de versões totalmente elétricas avançou de 109 para 186 registros, diferença de 77.
Além disso, a base contempla veículos híbridos convencionais, híbridos plug-in e automóveis movidos exclusivamente a combustíveis líquidos.
Para o comprador, a ampliação permite pesquisar mais configurações com informações submetidas aos mesmos critérios oficiais de avaliação.
| Indicador | Abril | Agosto | Variação |
|---|---|---|---|
| Modelos e versões | 846 | 976 | +130 |
| Marcas | 42 | 43 | +1 |
| Elétricos (BEV) | 109 | 186 | +77 |
| Híbridos plug-in (PHEV) | 58 | 112 | +54 |
| Híbridos convencionais (HEV) | 90 | 114 | +24 |
As quantidades representam configurações cadastradas, não participação de mercado.
Por isso, uma mesma linha de automóveis pode aparecer diversas vezes se tiver versões distintas homologadas.
A edição divulgada em meados de agosto indicava 959 registros.
Contudo, a planilha oficial disponível com a revisão posterior reúne 976, número usado neste comparativo.
Consulta mostra consumo na cidade e na estrada
Quem deseja comparar automóveis pode abrir a página do PBE Veicular no portal do Inmetro e selecionar a tabela de veículos leves de 2026.
O arquivo reúne fabricante, modelo, versão e combustível.
O documento também mostra a classificação de eficiência na categoria do veículo e uma classificação geral.
Dessa forma, o motorista consegue identificar configurações mais econômicas sem depender apenas de publicidade.
Os campos mais úteis para a escolha são:
- Consumo urbano e rodoviário, em km/l, conforme o combustível informado;
- Consumo energético, em megajoules por quilômetro (MJ/km);
- Classificação de eficiência energética e eventuais selos;
- Autonomia elétrica e emissões, nos veículos a que esses campos se aplicam.
Ao pesquisar um modelo flex, o interessado deve verificar separadamente os resultados com gasolina e etanol.
Além disso, é importante confirmar o ano e a versão exatos antes de comparar números.
No uso cotidiano, trânsito, carga, temperatura e modo de condução podem modificar o gasto efetivo.
Elétricos e híbridos exigem atenção à unidade de medida
A distância percorrida por litro facilita a consulta dos veículos abastecidos com combustível líquido.
Para elétricos, porém, a eficiência energética e os dados de autonomia são mais adequados que a comparação direta com km/l convencional.
Já os híbridos plug-in combinam eletricidade e combustível, de acordo com as condições de uso e recarga.
Portanto, números divulgados em regimes diferentes não indicam automaticamente qual veículo custa menos para rodar.
O indicador em MJ/km permite examinar a energia consumida por distância percorrida.
Quanto menor o consumo energético, melhor a eficiência nessa métrica, desde que o leitor considere a categoria e os demais dados pertinentes.
A tabela oferece informação técnica nacional, mas não substitui um orçamento completo de propriedade.









