SUV da Jeep por menos de R$ 90 mil traz motor 1.3 turbo e seis airbags

O Jeep Renegade usado virou uma das opções mais completas para quem quer fugir dos motores 1.0 turbo. Por R$ 89.900, o SUV entrega potência, tecnologia e um pacote de segurança que só aparece em rivais mais caros.
O que o motor 1.3 turbo do Renegade entrega por menos de R$ 90 mil?
A linha 2022 marcou a virada do Renegade: o motor aspirado deu lugar ao 1.3 turbo T270. Na versão Longitude, o conjunto entrega:
- 185/180 cv e 27,5 kgfm de torque
- Câmbio automático de seis marchas e tração dianteira
- 0 a 100 km/h em 8,6 s — o antigo motor 1.8 aspirado levava 12,7 s
- Consumo Inmetro de 11 km/l na cidade e 12,8 km/l na estrada (gasolina)
Unidades da versão Longitude aparecem no Mercado Livre a partir de R$ 89.900.
Como o Renegade se compara ao Tracker e ao T-Cross na mesma faixa de preço?
Dentro do teto de R$ 90 mil, o Renegade concorre direto com dois nomes conhecidos:
- Chevrolet Tracker (a partir de R$ 79.900): motor 1.4 turbo de 153 cv, seis airbags, mas sem frenagem autônoma de emergência
- Volkswagen T-Cross (a partir de R$ 94.900): motor 1.4 TSI de 150 cv — 35 cv a menos que o Renegade — por R$ 5 mil a mais
O Jeep fica no meio dessa disputa, mas leva vantagem em potência sobre os dois.
Trocar o Renegade pelo Fastback Abarth, que usa o mesmo motor, compensa?
O Fiat Fastback Abarth usa exatamente o mesmo propulsor do Renegade: o 1.3 turbo T270 de 185 cv.
A diferença é o preço, uma vez que, o Fastback parte de R$ 115.900, R$ 26 mil mais caro que o Jeep.
Para quem quer o mesmo desempenho sem pagar pelo apelo esportivo da carroceria cupê, o Renegade entrega o essencial por um valor bem mais baixo.
Quais itens de segurança vêm de série nessa faixa de preço?
O pacote da versão Longitude inclui:
- Seis airbags
- Frenagem autônoma de emergência
- Alerta de mudança de faixa e detector de fadiga
- Painel digital de 7 polegadas e multimídia de 8,4 polegadas
- Carregador por indução, ar-condicionado automático digital e chave presencial
É um pacote que só reaparece completo em rivais que custam pelo menos R$ 5 mil a mais.
Entre um Tracker mais barato e um T-Cross mais caro, o Renegade Longitude fecha a conta com a maior potência do grupo e um pacote de segurança que normalmente só aparece em versões de preço mais alto.
Moysés Batista é editor de conteúdo no FDR, com foco em finanças pessoais, benefícios sociais, políticas públicas e direitos do cidadão. Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), atua com foco na produção de conteúdos informativos orientados por dados oficiais e normas do Governo Federal. É responsável por análises e pautação sobre programas sociais, crédito, previdência e consumo, com ênfase em clareza, serviço ao leitor e verificação de informações públicas. E-mail para contato: [email protected]








