Fim de marca japonesa no Brasil abre caminho para avanço da Toyota
Saiba qual foi a marca japonesa que deixou o mercado brasileiro; confira todos os detalhes e os impactos no segmento
O mercado automotivo brasileiro passou por mais uma mudança silenciosa, mas significativa.
Uma fabricante japonesa bastante conhecida deixou de vender carros novos no país e encerrou suas operações comerciais.
O movimento já vinha sendo especulado nos bastidores, mas agora foi confirmado.
A decisão altera o cenário do segmento de SUVs importados e reorganiza a disputa entre as marcas que permanecem ativas.
Marca japonesa encerra vendas no Brasil
A Subaru oficializou o fim da comercialização de veículos zero-quilômetro no território nacional.
A última concessionária da marca, localizada em São Paulo, foi fechada após o esgotamento do estoque da linha 2023 do Forester.
Funcionários confirmaram o encerramento das atividades comerciais.
Nos últimos anos, a fabricante já vinha operando com volumes reduzidos e sem previsão clara de novos lotes de importação, o que deixava o futuro da operação incerto.
Proconve L8 acelerou o processo
O cenário se tornou ainda mais desafiador com a entrada em vigor do Proconve L8 no início de 2025.
A nova etapa da legislação ambiental passou a exigir limites mais rigorosos de emissões.
Os motores da fabricante não atendiam às novas regras sem investimentos expressivos. Sem atualização, o Forester deixou de ser elegível para importação.
As últimas unidades precisaram ser emplacadas até março para serem vendidas como seminovas.
O que acontece com o Forester
O Forester utilizava motor 2.0 boxer a gasolina de 150 cv, associado a sistema híbrido leve, câmbio CVT e tração integral.
Mesmo com a operação comercial encerrada, o modelo ainda consta no site oficial com preço de R$ 253.900.
Sem adequação às novas exigências ambientais, a continuidade da linha no Brasil se tornou inviável.
Atendimento aos proprietários será mantido
Apesar do fechamento das concessionárias, a Subaru seguirá operando no país sob o guarda-chuva do grupo Caoa.
O suporte aos proprietários continua garantido.
A assistência técnica será realizada por oficinas de outras marcas do grupo e por parceiros independentes.
Revisões, fornecimento de peças e cumprimento de garantias permanecem assegurados.
Espaço aberto no segmento
Com a saída da marca japonesa, o mercado de SUVs importados perde uma concorrente direta.
Fabricantes que já atuam com modelos híbridos e tração integral tendem a absorver parte desse público.
Nesse cenário, marcas consolidadas no Brasil ganham espaço e reforçam presença no segmento.
E você, como avalia o encerramento desta marca? Comente e compartilhe sua opinião com outros leitores do Garagem360.
