SUV da Chevrolet parte de R$ 57.900 e oferece versão turbo de 153 cv
Comprar um SUV zero quilômetro virou artigo de luxo para boa parte dos brasileiros, mas o mercado de usados esconde oportunidades de ouro.
Uma delas leva o emblema da Chevrolet: o Tracker de segunda geração, que aparece anunciado a partir de R$ 57.900 e ainda oferece uma versão turbo com o motor do Cruze, de até 153 cv.
Tracker: um SUV feito para a cidade
A segunda geração do Tracker chegou importada do México em 2013, construída sobre a mesma plataforma do Sonic, com dimensões urbanas, posição de dirigir elevada e comportamento próximo ao de um hatch.
Na prática, é o SUV da Chevrolet pensado para quem vive no trânsito e quer a visão alta de um utilitário sem abrir mão da agilidade.
O modelo tem 4,25 metros de comprimento e porta-malas de 306 litros e, na versão LTZ, traz itens como bancos de couro, central MyLink e câmera de ré.
Chevrolet Tracker: duas versões para ficar de olho

Existem dois caminhos na hora da compra, e a escolha faz diferença. A versão LTZ pré-facelift usa o motor 1.8 flex de 144 cv com câmbio automático de seis marchas e aparece a partir de R$ 57.900.
A recomendação, porém, é gastar um pouco mais: a partir de R$ 65 mil é possível levar o 1.4 turbo da linha 2017, com o motor do Cruze de até 153 cv e 24,5 kgfm de torque.
A diferença de comportamento é sensível. Com o motor turbo, o SUV da Chevrolet acelera de 0 a 100 km/h em 9,6 segundos, cerca de dois segundos mais rápido que a versão 1.8.
Quanto o Tracker bebe?
Aqui vale atenção do comprador. Pelas medições do Inmetro, o 1.4 turbo faz de 7,3 a 8,2 km/l com etanol e de 10,6 a 11,7 km/l com gasolina.
São números de SUV de geração mais antiga, então quem roda muito deve colocar o combustível na ponta do lápis antes de fechar negócio.
Por que o Chevrolet Tracker vale a pena no usado?
Como usado, o Tracker agrada pelo porte compacto, pela posição elevada de dirigir e pela mecânica relativamente simples quando comparada à de SUVs compactos turbo mais modernos.
A receita atrai quem busca o primeiro SUV da família sem comprometer o orçamento: preço de hatch popular, manutenção descomplicada e, na versão certa, desempenho de motor turbo que ainda surpreende.
Para quem faz questão da geração atual do Tracker, produzida no Brasil, a régua sobe: os exemplares Premier aparecem a partir de R$ 91.900, com motor 1.2 turbo flex de até 133 cv, seis airbags, frenagem autônoma de emergência e teto solar panorâmico.
Mas, na relação custo-benefício pura, o Tracker de segunda geração segue imbatível na prateleira dos usados.
Sou jornalista formado pela UNIFG, tenho 26 anos e combino a vivência da grande redação com a dinâmica da comunicação digital. Minha trajetória inclui uma sólida experiência – com mais de 6 anos - como redator, onde atuei em diversas editorias, como Esportes, Entretenimento e Cidades. Além do jornalismo online, possuo forte atuação em Assessoria de Imprensa e Social Media. Tenho experiência pela criação de estratégias de conteúdo para redes sociais, o que inclui a produção e edição de vídeos em ferramentas como CapCut e Canva. Essa bagagem multimídia me confere versatilidade, agilidade e a capacidade de traduzir pautas complexas em conteúdos dinâmicos para diferentes plataformas e públicos. Linkedin: Manuel Dias







