
A Ford informa R$ 13.940 como soma das seis primeiras revisões da Ranger com motor 2.2L, considerando os intervalos até 60 mil km ou 72 meses.
No mesmo horizonte, a Ranger 3.2L chega a R$ 15.186.
A diferença entre os dois planos é de R$ 1.246.
O cálculo usa as tabelas oficiais de Revisão Preço Fixo da geração anterior da picape e não deve ser aplicado às atuais Ranger 2.0 e 3.0.
Quanto custam as seis revisões da Ranger 2.2?
Na Ranger 2.2L, a 1ª, 2ª, 4ª e 5ª revisões custam R$ 1.868 cada. Já a 3ª e a 6ª sobem para R$ 3.234, porque incluem mais componentes no serviço programado.
Somando quatro revisões de R$ 1.868 e duas de R$ 3.234, o total chega aos R$ 13.940 do título.
Já a 3.2L soma quatro serviços de R$ 2.049 e dois de R$ 3.495, alcançando R$ 15.186.
Em média, isso representa cerca de R$ 2.323 por visita na 2.2L e R$ 2.531 na 3.2L.
A média não substitui o cronograma, porque as revisões de 30 mil e 60 mil km são claramente mais caras.
De onde vem a diferença de R$ 1.246?
O intervalo de manutenção é o mesmo nas duas tabelas: a cada 10 mil km ou 12 meses, prevalecendo o que ocorrer primeiro.
A diferença aparece nos valores de cada visita.
Nas revisões mais simples, a Ranger 3.2 custa R$ 181 a mais. Nas revisões de 30 mil e 60 mil km, a distância sobe para R$ 261.
Repetidos ao longo dos seis serviços, esses valores formam os R$ 1.246 adicionais.
Porém, os motores não são equivalentes. Cilindrada, configuração, volume de lubrificante e peças podem variar.
Por isso, a diferença de preço não deve ser tratada como comparação direta de eficiência mecânica.
A própria composição publicada mostra que as revisões mais caras incluem, além de óleo e filtros básicos, filtro de pólen, elemento do filtro de ar e fluido de freio.
O que os preços fixos não incluem?
A Ford classifica os valores como preços máximos sugeridos e informa mão de obra incluída.
O programa também contempla a verificação de dezenas de itens durante a revisão.
Alguns custos, porém, ficam fora da tabela e podem aumentar a despesa final:
- alinhamento e balanceamento;
- itens de desgaste natural;
- serviços adicionais solicitados pelo proprietário;
- reparos identificados fora da manutenção programada.
Além disso, o proprietário precisa conferir o manual e o ano do próprio veículo, porque a página atende motores da geração anterior e não associa os totais a um acabamento específico.
O melhor uso da tabela é estimar o custo programado até 60 mil km dentro dessa configuração.










