
A Royal Enfield Hunter 350 registrou 724 emplacamentos no Brasil em setembro de 2026, superando a soma de duas outras motocicletas da mesma família.
A Meteor 350 teve 453 registros e a Classic 350, 155. Juntas, chegaram a 608 unidades, ou 116 a menos que a Hunter.
Os números constam do informativo de emplacamentos da Fenabrave, edição 285, na categoria Custom.
A comparação considera motocicletas zero-quilômetro em um único mês, sem incluir vendas de usadas ou intenções de compra.
Quantas Hunter 350, Meteor 350 e Classic 350 foram emplacadas?
A Hunter liderou esse trio em setembro, com 724 registros. Em agosto, havia alcançado 781.
A Meteor passou de 479 em agosto para 453 em setembro, enquanto a Classic registrou 158 e depois 155, respectivamente.
No acumulado de janeiro a setembro de 2026, a Hunter somou 6.408 emplacamentos, diante de 3.996 da Meteor e 1.493 da Classic.
Como a Hunter abriu 116 unidades sobre as duas somadas?
A conta é direta: os 453 emplacamentos da Meteor, somados aos 155 da Classic, resultam em 608.
Ao subtrair esse total dos 724 registros da Hunter, a vantagem chega a 116 motocicletas.
O que diferencia a proposta das três Royal Enfield?
As três compartilham a proposta de motos de média cilindrada com estilo retrô, mas oferecem experiências distintas.
A Hunter adota visual urbano e posição de pilotagem voltada à agilidade no cotidiano.
A Meteor tem proposta cruiser, com postura mais relaxada.
Já a Classic aposta em desenho tradicional e acabamento inspirado nas motocicletas históricas da marca.
Para escolher entre elas, o motociclista deve avaliar:
- Ergonomia: posição dos pés, braços e tronco;
- Uso: deslocamentos urbanos ou viagens mais longas;
- Conforto: banco, suspensão e adaptação à altura do piloto;
- Custo: seguro, manutenção e preço praticado na região.










