Novos sedãs de Kia, Honda e Volvo serão lançados no Brasil em 2026

Honda City sedan é um carro espaçoso e de boa mecânica.

Enquanto os SUVs dominam as ruas e os planos das montadoras, três fabricantes decidiram remar contra a maré e apostar em sedãs novos para o Brasil ainda em 2026.

Kia, Honda e Volvo preparam lançamentos que vão de um popular renovado a um topo de linha elétrico de mais de meio milhão de reais, provando que o formato de porta-malas separado ainda tem público fiel por aqui.

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Kia K4: a volta da marca ao segmento médio

(Imagem: Divulgação / Kia)

A novidade mais simbólica é o Kia K4. Ele chega para ocupar o lugar deixado pelo Cerato e marca o retorno da Kia à disputa dos sedãs médios no país.

Importado do México, o modelo aposta num visual ousado e futurista, com faróis verticais, linhas marcadas e a nova identidade global da marca.

Com 4,71 metros de comprimento e porta-malas de 508 litros, é um carro de porte generoso. As especificações nacionais ainda não foram confirmadas, mas lá fora ele roda com um 1.6 turbo de 193 cv.

 A Kia também deve oferecer uma versão hatch, um pouco mais curta.

Honda City: o popular da marca ganha retoque

(Imagem: Divulgação / Honda)

Na outra ponta do orçamento está o Honda City, o modelo mais acessível da marca, que passará por uma nova reestilização na segunda metade do ano. 

O sedã já foi visto rodando disfarçado em testes no Brasil, deixando entrever faróis mais finos, para-choque redesenhado e uma grade inédita.

É a segunda atualização desta geração, e a expectativa é de mudanças mais ousadas, com pegada visual mais esportiva. Na mecânica, a aposta é manter o já conhecido 1.5 aspirado flex de 126 cv com câmbio CVT.

Volvo ES90: o topo de linha elétrico

(Imagem: Divulgação / Volvo)

Para quem pode pagar mais, a Volvo reserva o ES90, seu novo sedã elétrico e futuro carro-chefe da marca no Brasil. 

O visual segue a linha minimalista e futurista da sueca, com carroceria limpa, assinatura luminosa pontilhada e um perfil que flerta com o desenho de um cupê.

Por baixo, a tecnologia impressiona: plataforma com arquitetura elétrica de 800 volts, que permite recargas ultrarrápidas, potência que chega a 680 cv na versão mais forte e autonomia acima de 700 km no ciclo WLTP.

É o sedã mais tecnológico da lista, e também o mais caro.

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