Sexta-feira 13: 13 carros que podem ‘dar azar’ ao comprador de usados em 2026
Fugindo de assombração? Listamos 13 carros usados em 2026 que são verdadeiros "micos". Descubra quais modelos podem virar um filme de terror para o seu bolso!
Nesta sexta-feira, 13 de fevereiro, enquanto muitos evitam passar debaixo de escadas, o verdadeiro “terror” do motorista brasileiro está escondido nos classificados de usados.
Para ajudar você a não cair em um “feitiço” financeiro, o Garagem360 preparou uma lista com 13 modelos que, embora pareçam tentadores, podem trazer um azar enorme para a sua conta bancária em 2026. Acompanhe!
Por que alguns modelos se tornam “micos” no mercado?
A compra de um seminovo ou usado exige cautela, especialmente em 2026, onde o custo de peças e mão de obra especializada segue em alta.
Atualmente, o que define um carro como um “pesadelo financeiro” geralmente é a combinação de três fatores:
- Baixa liquidez na revenda
- Mecânica complexa com peças escassas
- Histórico de problemas crônicos não resolvidos pelas montadoras.
Muitas vezes, o preço de compra atraente (muitas vezes abaixo da Tabela Fipe) é a primeira armadilha. Então, veículos que eram símbolos de status há uma década podem exigir hoje reparos que superam o seu valor de mercado, transformando o sonho da garagem nova em um verdadeiro pesadelo.
Quais os piores carros usados de 2026?
Para que você não seja a próxima vítima de um mau negócio, o Garagem360 listou abaixo os carros usados que exigem atenção redobrada ou que, preferencialmente, devem ser evitados se você não tiver uma reserva financeira robusta:
- Ford Focus/Fiesta (Câmbio Powershift): A transmissão de dupla embreagem continua sendo um dos maiores problemas crônicos.
- Citroën C4 Pallas (Câmbio AL4): Conhecido por entrar em modo de emergência sem aviso, esse câmbio de 4 marchas é um visitante frequente de oficinas especializadas.
- VW Jetta 2.0 TSI (DQ200 – caixa seca): Apesar do excelente desempenho, o custo de reparo da mecatrônica e do conjunto de embreagens pode ser astronômico.
- Chevrolet Captiva V6: Um SUV confortável, mas com consumo de combustível tão elevado que se torna inviável para o uso diário em tempos de gasolina cara.
- Land Rover Freelander 2: Embora o preço de compra seja de carro popular, a manutenção segue a tabela de veículos de luxo.
- Peugeot 207: Sofre com uma suspensão frágil para os padrões brasileiros e dificuldade crescente de encontrar peças de acabamento originais.
- Chery Tiggo 2 (Primeiras gerações): A desvalorização e a rejeição no mercado de usados tornam a revenda uma tarefa quase impossível.
- Mitsubishi Pajero TR4: Robusta no off-road, mas o consumo excessivo e o pouco espaço interno pesam contra o modelo no uso urbano.
- Ford Edge V6: A escassez de componentes eletrônicos e peças de lataria transforma qualquer pequena colisão em um transtorno longo e caro.
- Fiat Marea (Turbo ou 2.4): Exige manutenção extremamente rigorosa que raramente foi seguida pelos antigos donos.
- Jeep Renegade 1.8 Flex (Antigo): Com a popularização dos motores Turbo, a versão 1.8 aspirada ficou marcada pelo alto consumo e desempenho modesto.
- JAC J3: A dificuldade logística para peças de reposição de modelos chineses mais antigos pode deixar o carro parado por meses na oficina.
- BMW 320i (Geração E90): Sua eletrônica complexa e sensores sensíveis podem drenar o orçamento de manutenção em poucos meses.
Como evitar cair em golpes ao comprar um carro?
O segredo para uma compra segura em é priorizar o histórico de manutenção em detrimento da aparência externa. Antes de fechar qualquer negócio, realize uma vistoria cautelar e, se possível, leve um mecânico de confiança para avaliar componentes críticos, como câmbio e sistema de arrefecimento.
Comente aqui: algum desses carros já te deu dor de cabeça ou você teria coragem de encarar um deles pelo preço certo?
Formada em Administração de Empresas, Jornalismo e mestranda em Comunicação. Apaixonada por setor automobilístico, true crime e livros. Fiz da escrita e produção de conteúdo sua paixão e profissão.
