O Chevrolet Tracker e CAOA Chery Tiggo 7 voltaram a trocar posições na parcial de setembro.
O Tracker retomou a frente e agora soma 2.485 emplacamentos, contra 2.475 do Tiggo 7.
A vantagem é de apenas 10 SUVs, pequena demais para encerrar uma disputa marcada pela forte arrancada do modelo da CAOA Chery.
Tracker recupera a frente após perder posição por quatro carros
Na parcial anterior, o Tiggo 7 havia passado o Tracker por apenas quatro unidades.
A rodada seguinte inverteu novamente a ordem: o Chevrolet adicionou 183 registros no último dia computado, contra 169 do rival.
A diferença diária de 14 carros foi suficiente para devolver a posição ao Tracker e criar a atual margem de dez.
Isso mostra como o duelo permanece aberto e pode sofrer nova mudança com apenas algumas horas de emplacamentos mais fortes de um dos lados.
O equilíbrio é ainda mais evidente quando se observa a posição na tabela.
Tracker e Tiggo 7 aparecem em sequência entre os SUVs e estão separados por menos de meio ponto percentual de seus volumes mensais.
Não existe, portanto, folga suficiente para tratar a ordem atual como definitiva.
Tiggo 7 cresce 180,4% e transforma disputa em pressão real
O ponto mais relevante está na tendência.
O Tracker registra queda de 30,0% frente a agosto, ao passo que o Tiggo 7 avança 180,4%.
Mesmo ainda atrás por dez unidades, o SUV da CAOA Chery apresenta uma aceleração muito superior no mês.
Essa diferença de comportamento ajuda a explicar por que um modelo com volume anual bem menor conseguiu encostar no Chevrolet.
O Tiggo 7 saiu de uma posição distante e passou a disputar praticamente carro a carro na reta final de setembro.
A alta também reforça a presença da CAOA Chery em uma faixa dominada por marcas tradicionais.
O Tiggo 7 já não depende apenas de preço ou equipamento para chamar atenção: o volume mensal passou a colocá-lo diretamente no mesmo bloco de vendas do Tracker.
Acumulado anual ainda mostra vantagem larga do Tracker
No acumulado de 2026, a Chevrolet continua com margem confortável.
O Tracker soma 42.615 unidades, contra 20.439 do Tiggo 7. A disputa de setembro, portanto, não representa uma inversão anual.
Ela mostra, porém, uma mudança importante de ritmo.
O Tracker precisa defender uma liderança de apenas dez carros em um mês no qual cai 30%.
O Tiggo 7 chega com crescimento superior a 180% e já provou que consegue assumir a posição.
Como a diferença diária entre os dois também foi pequena, a próxima atualização pode produzir nova troca.
O Tracker ainda tem a vantagem numérica, mas o Tiggo 7 entra na reta final com o movimento mais forte e uma pressão que não aparecia no início do mês.









