Conheça as cinco categorias de segurança veicular

Notícias 22 de maio de 2018 Da Redação, com assessoria 0

A campanha Maio Amarelo tem como objetivo conscientizar motoristas e diminuir o número de acidentes de trânsito. O Cesvi Brasil/Mapfre (Centro de Experimentação e Segurança Viária da Mapfre) aproveitou a discussão do assunto para divulgar um material que explica como funcionam as cinco categorias de segurança veicular.

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Categorias de segurança veicular

1 – Segurança ativa: É o grupo de tecnologias de segurança desenvolvido para evitar o acidente, por exemplo, o Antilock Braking System (ABS), o Electronic Stability Control (ESC), entre outros.

2 – Segurança passiva: É toda proteção desenvolvida para minimizar os ferimentos em caso de acidentes. Entre os exemplos, airbags, apoio de cabeça, cinto de segurança de três pontas e isofix.

3 – Assistência à condução: São sistemas e dispositivos que auxiliam o condutor do veículo a uma direção mais segura. Neste caso, é possível citar: alerta de frenagem de emergência, Head–Up Display (HUD), desembaçador traseiro, detector de mudança de faixa (lane detection) e frenagem autônoma de emergência.

4 – Assistência à segurança: Estes equipamentos visam alertar os passageiros para o uso de equipamentos de segurança. São os já conhecidos alerta de desativação de airbag (visível), alerta de uso de cinto de segurança e o detector de fadiga.

5 – Proteção ao pedestre: São soluções tecnológicas e inovadoras que têm o objetivo de diminuir os ferimentos ao pedestre em caso de atropelamento. Entres eles,  o capô ativo, barra de proteção ao pedestre e até airbag para pedestre.

Importância dos sistemas de segurança

De acordo com o superintendente técnico do CESVI/MAPFRE, Emerson Feliciano, a segurança veicular nada mais é do que o processo de desenvolvimento de tecnologias e soluções automotivas que tem o objetivo de proteger o motorista, os ocupantes e as demais pessoas envolvidas no trânsito. “Itens de segurança, tecnologias embarcadas e boas práticas na direção são três aspectos que, quando alinhados, tendem a diminuir o número de acidentes”, comenta.

Segundo o especialista, institutos de pesquisa internacionais como Euro NCAP, Australasian NCAP,  Insurance Institute for Highway Safety (IIHS) e o National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA) já conseguiram mensurar os benefícios da segurança veicular:

  • Autonomous Emergency Braking (AEB) – sigla em inglês para Frenagem Autônoma de Emergência, que reduz em 38% as chances de colisões traseiras em situações reais;
  • Airbags laterais reduzem o risco de fatalidade em 37% (SUV: 52%);
  • Cintos de segurança reduzem em 50% o risco de ferimentos fatais;
  • Electronic Stability Control (ESC) – sigla em inglês para Controle Eletrônico de Estabilidade – reduz a chance de acidentes fatais em 23%. Ocontrole de estabilidade pode reduzir os casos de capotamento em até 56% em veículos de passeio e até 74% em picapes e utilitários;
  • Sistemas de alerta de uso de cinto de segurança têm salvado algo em torno de 5% das vidas em acidentes.

O superintendente ressalta que, apesar das tecnologias automotivas estarem cada vez mais inovadoras, seguras e com alto número de eficiência, ainda é necessário que o motorista esteja focado na condução do veículo e encare os itens de segurança como essenciais. “Muitos consumidores deixam de optar por certo itens, por serem considerados caros, porém, toda proteção adicional do veículo vale a pena, uma vez que pagar um pouco a mais por segurança não é gasto, é investimento”, finaliza.