Como funciona a frenagem autônoma de emergência

Notícias 4 de dezembro de 2017 Da Redação, com assessoria 0

A frenagem autônoma de emergência está na lista das tecnologias automotivas que tendem a se tornar essenciais na redução de acidentes e mortes no trânsito. Nos Estados Unidos, por exemplo, ela se tornará obrigatória para todos os veículos a partir de 1º de setembro de 2022 e já conta com o apoio das maiores montadoras do país. No Brasil, entretanto, o sistema ainda engatinha e não dá as caras em boa parte dos automóveis vendidos atualmente.

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De acordo com Alessandro Rubio, coordenador técnico do Cesvi Brasil/Mapfre (Centro de Experimentação e Segurança Viária), o sistema de Frenagem autônoma de emergência (AEB – Autonomous Emergency Braking) foi desenvolvido com o objetivo de minimizar os riscos de colisões frontais ou diminuir consideravelmente o impacto de uma batida. “Apesar de ainda não ser um item obrigatório em vários países, trata-se de recurso muito importante para a segurança viária, principalmente pelo fato de proporcionar ao motorista, passageiros e até pedestres uma proteção extra”, comenta.

No geral, o sistema é formado por sensores e câmeras instalados no para-choque dianteiro e também no para-brisa do veículo. Dessa forma, eles analisam a área que será trafegada e identificam os possíveis obstáculos à frente do carro e. Quando acionado, o recurso inicia uma frenagem de emergência e alerta o motorista. “Se o condutor não responde após o aviso, o AEB automaticamente freia o veículo a fim de evitar a colisão com outro automóvel ou até mesmo com um pedestre”, explica Rubio.