Os proprietários acionaram a Justiça alegando quebra de contrato e danos no imóvel.
Segundo o processo, o espaço teria sido usado como estúdio de gravação e até ambientado com referências comerciais.
Além disso, houve questionamentos sobre:
Saída antecipada sem cumprir aviso prévio de 60 dias
Falta de manutenção e pintura
Acesso não autorizado a áreas restritas
A decisão judicial determinou pagamentos relevantes.
R$ 46 mil de aluguel em aberto
R$ 101,2 mil de multa contratual
R$ 197,9 mil por danos materiais
No total, a cobrança gira em torno de R$ 348 mil. O processo segue em fase de cumprimento, com possibilidade de medidas como penhora.
Dívida milionária amplia desgaste de imagem
Além do caso do imóvel, Gkay também aparece em outra ação judicial. Desta vez, envolvendo o Banco do Brasil.
O processo aponta uma dívida aproximada de R$ 1,8 milhão relacionada a crédito bancário. Até o momento, não há posicionamento público da influenciadora sobre o caso.
Esse conjunto de situações acaba impactando diretamente a percepção da marca associada.
Volkswagen aposta em Eliana, mas audiência preocupa
Do outro lado, a estratégia da Volkswagen segue um caminho mais tradicional, com Eliana como figura principal.
Eliana – Foto: divulgação
No entanto, os números recentes também não animam.
O programa da apresentadora na Globo vem registrando audiência abaixo do esperado.
8,7 pontos na Grande São Paulo no dia 5 de abril
Pico de 10,9 pontos
Queda de cerca de 30% após o efeito do BBB 26
A maior média foi registrada na estreia, com 10,9 pontos. Depois disso, os índices passaram a oscilar para baixo.
Estratégias diferentes, mesmo risco
As duas marcas parecem ter seguido caminhos distintos, mas com uma lógica parecida por trás. A escolha de nomes populares indica uma tentativa clara de chamar atenção rápida, aproveitando figuras que já estão em evidência.
Por um lado, isso pode gerar alcance imediato. Por outro, quando a imagem do influenciador ou apresentador passa a carregar ruídos, o efeito pode ser o oposto do esperado.
Nesse cenário, o risco aumenta porque a comunicação deixa de ser sobre o produto e passa a girar em torno da pessoa.
Tanto a BYD quanto a Volkswagen apostaram em nomes fortes para ganhar visibilidade. No entanto, quando essas figuras carregam desgaste ou perda de relevância, o impacto pode se voltar contra a própria marca.
A estratégia pode até funcionar no curto prazo, mas exige cuidado. Porque, com a imagem em evidência — para o bem ou para o mal — o tiro pode sair pela culatra.
Matheus Azevedo é jornalista formado pelo Centro Universitário UNA, em Belo Horizonte. Atua com o digital desde quando saiu da faculdade. É apaixonado por SEO e, sobretudo por carros, finanças e dados. Entende que todos podem entender números. Contudo, é papel do jornalista transformá-los em informações mais claras e organizadas para ajudar o leitor a ter um conteúdo mais completo e informativo. E-mail: [email protected]