Asfalto de má qualidade pode comprometer o amortecedor

NotíciasServiços 24 de abril de 2018 Da Redação, com assessoria 0

Fundamental para a segurança do veículo, o amortecedor é responsável pelo desempenho correto da suspensão e pelo contato permanente dos pneus com o solo.  Como qualquer outra peça, precisa de revisões regulares, especialmente se o veículo circular por estradas ou ruas com o asfalto irregular. Isso pode causar desgastes excessivos ao componente, comprometendo a estabilidade.

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“A durabilidade do amortecedor é proporcional às condições de uso do veículo. Pistas irregulares e com asfalto ruim podem afetar a peça, diminuindo o tempo de vida útil”. afirma Juliano Caretta, coordenador de Treinamento Técnico da Monroe. Ele alerta os motoristas que trafegam constantemente em pistas de má qualidade devem ficar atentos com os sinais de desgaste do componente.

Revisão

A Monroe recomenda a checagem preventiva dos amortecedores a cada 10 mil quilômetros de uso, ou conforme a orientação da fabricante do veículo. Porém, uma avaliação imediata deve ser feita caso o motorista perceba qualquer problema com a suspensão.

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Cinco sinais de problemas no amortecedor

Quando o amortecedor está deteriorado, os riscos de aquaplanagem e redução de estabilidade são elevados. Isso pode fazer com que o motorista perca o controle em curvas e cause um acidente. Uma peça em mau estado também interfere diretamente na capacidade de frenagem do carro. “São até 2,5 metros a mais de distância para que o carro freie, se estiver a 80 km/h. Quanto maior a velocidade, maior será a distância de parada”, complementa Juliano.

Sinais

Trepidações, solavancos, barulhos excessivos e metálicos são alguns dos sinais de que algo não está bom. Desgastes na parte central do pneu também podem indicar um problema nos amortecedores. Caso perceba qualquer um desses sinais, o motorista deve procurar uma oficina especializada. Isso impede que a situação se agrave e que a segurança não seja comprometida.

“As revisões preventivas são essenciais para identificar quaisquer tipos de transtornos e se alguma peça está em mau estado. Elas também são mais atrativas para o bolso do proprietário do veículo, uma vez que, em geral, são mais baratas do que a troca de um componente avariado”, finaliza o técnico da Monroe.

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