
O DFM Box Urban 2027 aceita recarga rápida em corrente contínua de até 88 kW, potência máxima acima dos 70 kW do Geely EX2 e dos 40 kW do BYD Dolphin Mini GS.
A comparação entre os três hatches elétricos considera versões identificadas no Brasil e exclusivamente o pico de carregamento DC.
A vantagem nominal do Box chega a 18 kW sobre o EX2 e 48 kW sobre o Dolphin Mini GS.
Como os três hatches se comparam na recarga rápida?
O DFM Box combina bateria LFP de 43,89 kWh com conector para recarga DC de até 88 kW.
A marca anuncia cerca de 30 minutos para passar de 30% a 80%, em condições adequadas de carregamento.
O Geely EX2 tem bateria de 39,4 kWh e admite 70 kW DC.
Já o Dolphin Mini GS utiliza bateria de aproximadamente 38,88 kWh, com limite de 40 kW.
Por que 88 kW não significam a recarga mais rápida?
A Geely informa cerca de 21 minutos para carregar o EX2 de 30% a 80%, ante aproximadamente 30 minutos anunciados para o Box na mesma faixa percentual.
Além disso, a potência varia ao longo da sessão conforme temperatura da bateria, nível de carga e limites do carregador.
Mesmo uma estação anunciada com potência elevada pode entregar menos energia do que a capacidade de entrada do veículo.
Por isso, o motorista deve observar fatores práticos antes de planejar uma viagem:
- Potência DC disponível e compatibilidade do conector da estação.
- Percentual de bateria ao chegar e meta de recarga escolhida.
- Possibilidade de dividir potência com outro veículo conectado.
- Localização, funcionamento e preço da estação no trajeto.
O que muda no carregamento doméstico?
Em corrente alternada, o Box admite até 6,6 kW, situação diferente da recarga rápida DC usada no comparativo.
Assim, instalar um wallbox mais potente não aumenta necessariamente o limite aceito pelo carregador interno do automóvel.
Para uma rotina urbana, a facilidade de carregar em casa pode pesar tanto quanto a potência de pico em rodovias.
Já para viagens frequentes, a infraestrutura ao longo do percurso ganha mais importância.










