
O BYD King avançou duas posições no Índice de Veículos Usados nacional referente a agosto e passou do 8º para o 6º lugar entre os sedãs de até três anos.
O movimento coloca o híbrido plug-in em uma faixa mais alta de procura e vendas no levantamento conjunto da Fenauto com a OLX.
O resultado é relevante porque o índice não mede apenas emplacamentos. Ele combina demanda registrada na plataforma da OLX com vendas apuradas pela Fenauto.
King sobe do 8º para o 6º lugar em agosto
Na edição anterior, o BYD King ocupava a 8ª colocação entre sedãs de zero a três anos. Em agosto, ganhou duas posições de uma vez e chegou ao 6º lugar.
BMW 320i e Nissan Versa perderam uma colocação cada no mesmo recorte.
- faixa analisada: veículos de 0 a 3 anos;
- carroceria: sedãs;
- posição anterior do King: 8º;
- posição em agosto: 6º;
- movimento no ranking: +2 posições.
O avanço mostra que o King passou a ter desempenho relativo melhor dentro do grupo de seminovos recentes.
Isso não significa que ele seja o 6º sedã mais vendido isoladamente, pois o IVU usa uma metodologia própria.
Índice mistura procura e venda real de usados
O IVU cruza duas bases. De um lado, considera o interesse dos usuários por anúncios na OLX.
Do outro, incorpora dados de vendas de seminovos e usados da Fenauto. Depois, os indicadores são harmonizados por carroceria, modelo e faixa de idade.
Na prática, subir no ranking significa melhorar a relação entre procura e vendas dentro daquele grupo.
Por isso, o dado serve como termômetro do mercado, mas não substitui números absolutos de transferências nem indica sozinho valorização de preço.
Para quem acompanha o King usado, essa distinção é importante. O carro pode ganhar relevância no índice mesmo em um mês de oscilação na Fipe.
Fipe ajuda a dimensionar o mercado do híbrido
Na referência de setembro de 2026, o King GS ano-modelo 2026 aparece em R$ 156.274.
A versão GL do mesmo ano fica em R$ 151.428. Esses valores ajudam a colocar o avanço do IVU em perspectiva para quem pesquisa um exemplar recente.
O próximo ponto será observar se o King sustenta a 6ª posição nas próximas edições.
Uma permanência no grupo superior indicaria que o avanço de agosto não foi apenas pontual e que o híbrido segue ganhando espaço também no mercado de usados.
Para o comprador, a subida também merece acompanhamento junto dos preços anunciados, pois procura maior não garante valorização automática de cada exemplar.










