DFM Box estreia em agosto com porta-malas 96 litros maior que o Dolphin Mini

DFM Box se destaca pelo tamanho do porta-malas.

A Dongfeng confirmou a revelação do DFM Box, hatch compacto que promete atacar diretamente o BYD Dolphin Mini, hoje uma das referências da categoria.

O trunfo mais evidente do recém-chegado está no espaço para bagagem, com um porta-malas 96 litros maior que o do rival.

DFM Box: quando e onde acontece a estreia

A apresentação ao público brasileiro já tem data marcada, e o local escolhido reforça o peso do lançamento. 

A Dongfeng aposta em um evento de forte visibilidade.

A revelação será no Festival Interlagos, no fim de agosto, com chegada efetiva às concessionárias prevista para setembro.

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A primeira unidade destinada ao mercado nacional já desembarcou no Brasil.

Isso vai permitr que a imprensa especializada tivesse acesso antecipado a detalhes do carro antes mesmo do lançamento comercial.

Porta-malas: a vantagem numérica

DFM Box promete ser uma pedra no sapato de queridinho da BYD. (Imagem: Divulgação / Dongfeng)

Ao colocar as fichas técnicas lado a lado, a diferença de espaço para carga chama atenção imediata. O número favorece claramente o novato chinês.

O DFM Box vem com porta-malas de 326 litros, que pode chegar a 945 litros com os bancos traseiros rebatidos.

Já o BYD Dolphin Mini, seu principal alvo na categoria, tem apenas 230 litros de capacidade. 

São 96 litros a mais de espaço disponível, o suficiente para acomodar mais compras, malas de viagem ou itens do cotidiano sem sacrificar o conforto.

De onde vem o modelo DFM Box

O nome DFM Box é a identidade que o carro usará por aqui, mas ele já roda em outras partes do mundo com uma denominação diferente.

Sua trajetória internacional ajuda a entender o produto.

Na China, o modelo é comercializado como Nammi 01 e já chegou a mercados como Malásia, Singapura e Nepal antes de mirar o Brasil.

Por lá, o preço equivale a cerca de R$ 40,9 mil, um valor que ilustra bem a distância entre o custo de produção na origem e o que deve ser praticado nas concessionárias brasileiras.

Quanto deve custar no Brasil?

Ainda sem confirmação oficial de preço, o setor já trabalha com uma faixa estimada para o lançamento nacional.

O salto em relação ao valor chinês é significativo, mas segue um padrão já visto em outros elétricos importados.

A expectativa do mercado é de um preço entre R$ 120 mil e R$ 130 mil, quase o triplo do valor cobrado na China.

Impostos de importação, processo de homologação e a estratégia comercial da marca no país explicam boa parte dessa diferença.

Ficha técnica e detalhes curiosos

Além do espaço extra no porta-malas, o hatch chinês chega com uma configuração completa e alguns toques inusitados de personalização.

A proposta é chamar atenção logo na primeira impressão.

O carro tem 4,03 metros de comprimento e 2,66 metros de entre-eixos, equipado com motor elétrico dianteiro de 95 cv e 16,3 kgfm de torque.

A bateria de 42,3 kWh entrega até 430 km de autonomia no ciclo chinês CLTC, embora o número oficial pelo Inmetro ainda não tenha sido divulgado.

O pacote de equipamentos inclui central multimídia de 12 polegadas, câmera de 540 graus e faróis de LED com projetor.

As portas sem moldura nas janelas, um detalhe normalmente associado a cupês esportivos, também chamam atenção no visual.

Curiosamente, a multimídia exibe mensagens motivacionais toda vez que o carro é ligado.

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